Dia de Carnaval “Os Netinhos” – Pré-Escolar

Foi dia de festejar a alegria e de atenuar o sentimento de solidão da comunidade idosa.

E assim foi…. durante o período da manhã os meninos da Sala Azul do Pré-Escolar da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, vestidos a gosto e a rigor foram de autocarro visitar os velhinhos da ERPI S. João Batista.

Levamos um pouco da nossa alegria que depressa se estampou naqueles rostos ávidos de reviverem as suas infâncias.

Foi muito gratificante olhar naqueles rostos momentos de agrado e satisfação!

Dia Inter. Língua Materna – Pré-Escolar

No dia 21 de fevereiro comemora-se o “Dia Internacional da Língua Materna, o qual foi proclamado pela Conferência Geral da Unesco, em novembro de 1999, e, desde 2000, que se comemora este Dia Internacional com o objetivo de promover a diversidade linguística e cultural.

O Pré-Escolar da SCMM celebrou o Dia Internacional da Língua Materna ,com a exposição de um Abecedário ilustrado, tendo sido esta atividade iniciada a 2 de novembro, através da estratégia da mala viajante, tendo como intencionalidade fomentar o gosto pela língua materna; reconhecer a língua materna como identidade, e forma de comunicação e incentivar a participação das famílias no processo educativo.

Comemoração Dia dos Namorados – Pré-Esc

No passado dia 14 de fevereiro, o Pré-Escolar da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro celebrou o dia de São Valentim, vulgarmente conhecido por dia dos Namorados.

Com o intuito de fomentar laços de amizade, e perceber os diferentes tipos de amor, foram realizadas lembranças e diversas atividades, no sentido de promover momentos de convívios intergeracionais e alegria, sensibilizando as crianças e toda comunidade educativa para a situação de isolamento social e distanciamento da família e amigos da pessoa idosa institucionalizada, assim sendo, estava programado para assinalar a data, cada grupo de crianças das respostas sociais do Pré-Escolar, adotar e ser adotado por um grupo de idosos das várias ERPI’s da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, no entanto apenas o grupo da sala rosa teve a oportunidade de concretizar atividade contemplada no plano anual de atividades denominada “Os netinhos”, uma vez que surgiram alguns casos de Covid nas ERPI’s.

No entanto a sala verde e a sala azul realizaram as atividades programadas em contexto de sala.

O meu filho não sabe pegar no lápis. Devo praticar com ele?

A motricidade fina é um dos aspetos que preocupa muito os pais.

Para nós, educadores do pré-escolar da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, o

desenvolvimento psicomotor é fundamental no crescimento e no desenvolvimento das

crianças e desta forma toda a equipa desta resposta social, procura proporcionar as

aprendizagens nesse sentido.

A criança movimenta-se e grande parte da informação é recebida pelo seu corpo. Seja

através de movimentos amplos (motricidade global ou grossa) ou através de movimentos que exigem precisão e destreza (motricidade fina).Antes da pega correta do lápis, há imensos aspetos a abordar e a promover que estão presentes nas rotinas do seu filho. Antes de a criança conseguir coordenar uma pequena parte do corpo, a criança necessita de conhecer e movimentar todo o seu corpo com movimentos amplos.

Para estimular a motricidade global é fundamental que a criança seja estimulada a brincar, saltar, jogar com a bola, andar de bicicleta ou trotinete, correr, subir e descer escadas

(com os pés alternados),despir-se (é mais fácil) e vestir-se, descalçar-se e calçar-se…

Já a motricidade fina requer um conhecimento do corpo, a capacidade e destreza de fazer movimentos mais minuciosos e precisos. Esta habilidade trabalha-se em enumeras atividades. Para estimular a motricidade fina é fundamental incentivar a criança apegar e manipular talheres (primeiro a colher, depois o garfo e a faca),agarrar

pequenos objetos (berlindes, massas),rasgar, recortar, fazer construções de plasticina ou

massa de modelar, pintar, desenhar (inicialmente com lápis triangulares que possibilitam uma pega correta),fazer enfiamentos,…

Estas competências encontram-se também diretamente relacionadas com o dia a dia da

criança e o segredo para as desenvolver é deixar a criança envolver-se em diferentes vivências, e acima de tudo deixá-la explorar autonomamente. Todos os espaços do pré-escolar da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, sejam lúdicos ou pedagógicos através das mais variadas aprendizagens, proporcionam ao máximo o desenvolvimento da sua autonomia.

Com motivação é possível ajudar a criança a usar a sua imaginação e criatividade. Ela conseguirá relacionar-se com os outros, interagir, interpretar e compreender o mundo e desta forma desenvolver não só as suas capacidades ao nível da motricidade (global e fina), mas também as suas capacidades emocionais, sociais e cognitivas.

A pega correta do lápis vai chegar, a seu tempo, ao ritmo do seu filho.

O importante é proporcionar-lhe experiências cativantes que tenham como base a autonomia.

Dia Escolar da Não Violência – Pré-Escolar

Foi no passado dia 30 de janeiro que se comemorou este dia.

No Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro é trabalhado diariamente.

Sensibilizamos e alertamos, diariamente, para a necessidade de uma “Educação para a Paz”, que promova valores tais como: respeito, igualdade, tolerância, solidariedade, cooperação e não violência, incrementando a amizade e o respeito pela diferença. Durante esta semana e como forma de sensibilizar as famílias o tema foi analisado em sala de atividades, surgindo desta reflexão de grupo, várias ideias para colocar em prática.

Cerimónia de Entrega de Prémios – Pré-Escolar

Uma vez que a cerimónia de entrega de prémios, dos concursos, promovidos pelo (CIMR) Centro de Interpretação do Mundo Rural, foi cancelada e sabendo nos que o Pré-escolar da Santa Casa da Misericórdia, arrecadou 5 dos 6 lugares premiados, decidimos por unanimidade fazermo-nos à estrada e ir receber o que nos pertencia. Foi no dia 11 de janeiro que o grupo da sala rosa e em nome de todos os outros colegas, se dirigiu a este local e no espaço exterior recebeu das mãos da “Amiga Mónica”, os benditos prémios e certificados de participação.

As emoções na infância

Todos nós já nascemos sentindo emoções, e começamos com as emoções primárias: alegria, medo, tristeza, aversão e a raiva.

As emoções são sensações físicas e emocionais provocadas por algum tipo de estimulo, que podem ser um sentimento ou acontecimento.

Situações de tristeza, felicidade, angustia, raiva…, são normais para qualquer ser humano e são importantes para o desenvolvimento cognitivo e socio emocional da criança.

Quando a criança não consegue lidar com o seu lado emocional desde cedo, tem maior tendência a desenvolver problemas como a ansiedade ou a depressão.

Saber identificar cada emoção e o que a levou a sentir aquilo é fundamental para que ela aprenda a lidar com cada uma delas. É importante referir que a principal missão ao educar uma criança é ajuda-la a entender a reconhecer cada emoção e que todos nós sentimos isso, é natural e faz parte da vida de todos nós.

Viver em sociedade torna-se mais fácil quando conseguimos entender e gerir as nossas emoções, pode ajudar-nos a solucionar conflitos, e isso acontece desde o Pré-Escolar.

Emoções reprimidas durante a infância formam adultos incapazes de lidar com os próprios sentimentos e também com as outras pessoas afetando o convívio social.

O autoconhecimento é sem duvida a base da inteligência emocional.

A inteligência emocional é pois a capacidade, que todos podemos desenvolver, de reconhecer as próprias emoções, compreender as dos outros e saber lidar com todas elas.

Nós aqui no Pré-Escolar da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro partilhamos da opinião de que quando desenvolvida durante a primeira infância a inteligência emocional ajuda a criar adultos com maior capacidade para ultrapassarem os desafios da vida pessoal e profissional com sucesso, mais motivados, mais resilientes e com relacionamentos mais felizes e saudáveis.

Vamos ter sempre presente que é fundamental VIVER e experimentar todo o tipo de emoções com a arte de saber viver.

Atividade: “Preparar o Natal” – Pré-Escolar

O mês de dezembro é particularmente do agrado das crianças, e elas evolvem-se com entusiasmo em todas as atividades que têm como pano de fundo o Natal.

Foram realizadas diferentes atividades: decorações do Wall, decorações da sala, participação na atividade de cariz solidário promovida pela CLDS, elaboração dos presentes de Natal.

Participamos no concurso: “Árvores de Natal”, promovido pela equipa de animação das ERPI da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro.

Na impossibilidade de realizarmos a festa de Natal em formato presencial como previsto optamos à semelhança do ano anterior por realizá-la em formato digital, que depois de editada será enviado o link para as famílias. ….

Para o ano há mais!

A Importância de Estabelecer Vínculos Solidários

O Vínculo afetivo inicia-se com a mãe, ao longo da vida, vai auxiliando a formação de um ser humano mais solidário, autónomo e consciente das suas responsabilidades.

Ao iniciar a vida escolar, a criança cria laços de afeto com o seu educador/a, pois este/a passa a ser a sua referência na instituição de ensino e mediador/a das suas aprendizagens.

Os educadores/as da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, trabalham pela criação de vínculos afetivos positivos, com o objetivo de educar para a “SOLDARIEDADE”. Através desta prática pensamos que seja uma maneira de ter, no futuro, cidadãos mais humanos e cientes das suas responsabilidades com os outros.

Entendemos, que desde cedo, pais e educadores devem trazer este conceito para a vida da criança, como algo natural que deve ser praticado.

Sabendo nós que a partir dos 2 anos os pequenos já começam a consciencializar-se sobre o próximo, é o momento ideal para planificar ações que permitam a cooperação, a ajuda, o acompanhar, o defender, o preocupar-se com os problemas e dificuldades do outro, a procura de meios de ajuda, o auxiliar o próximo, o disponibilizar-se, o colocar-se no lugar do outro….

Pensamos, também, que a forma mais rápida de consolidar e promover este importante conceito será pelo exemplo, uma vez que as crianças tendem a copiar o que os adultos fazem.

Não espere um momento especial, como o Natal, para ser solidário. Ser solidário deve fazer parte da educação das crianças. Não estou a falar de ajudar grandes organizações, mas sim de olhar para o lado e VER o próximo, aquele que está ao nosso lado e apenas precisa de uma palavra de carinho, de alguém que acredite nele/a, para poder seguir em frente!

Isto é ser solidário!

Dia Internacional direitos das Crianças – Pré-Escolar

Hoje festejamos o Dia Internacional dos Direitos da Criança – Dia do Pijama.

É o dia em que todos vimos de pijama para o Jardim de Infância, é um dia pedagógico e solidário feito por crianças que ajudam outras crianças que não tem a sorte de ter uma família como nós.

Este é um dia em que as crianças lembram, anualmente, a todos que todas as crianças têm direito a crescer numa família.

Nós aqui divertimo-nos muito com as atividades que tínhamos programadas e inseridas neste contexto. Foi um dia diferente para todos nós porque não é todos os dias que se vem de pijama para o Jardim de Infância.

Dia Europeu da Proteção das Crianças – Pré-Escolar

No âmbito das comemorações “Dia  Europeu da Proteção das Crianças Contra a Exploração e  Abuso Sexual” a 18 de novembro, o pré – escolar da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, assinalou este dia com uma visita á Biblioteca Municipal Trindade Coelho, onde estão expostos os trabalhos realizados pelas nossas crianças realizados em contexto de sala, sobre a temática mencionada. Esta iniciativa visa alertar toda a comunidade educativa, bem como aumentar a consciência pública para a necessidade de prevenir e proteger as vítimas destes crimes, bem como facilitar a discussão aberta sobre a proteção de crianças e ajudar a prevenir e eliminar a estigmatização das vítimas.

Tanto há a aprender com a Educação Pré-Escolar!

É urgente reconhecer a importância da educação de infância!

O pré-escolar, ainda, não tem um currículo definido como nos restantes ciclos (felizmente!). É mais fácil? Pelo contrário, os educadores tornam-se verdadeiros observadores do grupo que têm à sua responsabilidade, estabelecem prioridades que tendem a responder às necessidades específicas de cada criança, tornando então o currículo único, específico de cada grupo, ou pelo menos assim deveria ser. Baseados nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar, reconhecem as potencialidades e os interesses de cada um, definindo um caminho a seguir, em que, educadores e crianças se tornam verdadeiros companheiros de aprendizagem, de caminho, de planificação, de ação e de avaliação. Tornam-se construtores e gestores de intenções extremamente ricas que valorizam, de forma holística cada um daqueles pequenos.

De facto, olhar para a educação pré-escolar é saber que se está para os alunos, para as crianças, é saber que se está disponível ao que nos dizem e ao que fazem, é saber que se está atento e desperto para cada provocação, para cada chamada de atenção. É tornar real o conceito, escuta ativa, valorizando toda a bagagem que carregam, o contexto em que estão e todo o percurso que vai sendo construído em prol de um interesse único, o aluno.

Devemos, cada vez mais, assumir práticas de envolvência, ligadas à emoção, à criação de relação entre seres humanos, à positividade, ao interesse e à curiosidade, ao saber estar e ao estarmos disponíveis para criarmos momentos autênticos de aprendizagem cooperada e não de aprendizagem autoritária.

As salas aprisionam as mentes, a curiosidade, o saber estar e o espírito crítico. As salas tornam-se verdadeiras clausuras abstraindo-se das aprendizagens além sala. Prefere-se o conhecimento teórico, abstraindo-se do facto de se ter uma geração prática, que vive o espaço exterior de um modo protegido e sem risco ou aventura. E tanto há lá fora para aprender, através da educação de infância e de qualquer outro ciclo.

Tanto há a aprender… quando a educação de infância reconhece o espaço exterior como mais um espaço de oportunidades, de conhecimentos, de vivências, de ousadias, de explorações e de aquisições fundamentais, de relação social, de se permitir que sejam crianças, agentes conhecedores e ativos do seu crescimento.

Se desvendassem um pouco da educação de infância, descobririam o que nos faz ousar e reconhecer a nossa necessidade de adequar a prática de forma constante, olhando para cada tema, para cada atividade, para cada desafio, de um modo articulado, flexível, em que nada é estanque, em que nada se torna um caminho de sentido único, mas sim, num emaranhado de caminhos, consoante os diferentes interesses.

Os educadores de infância não são heróis, não são os melhores, mas há uma garantia, há muito a aprender com eles. Assumimos práticas em que a flexibilidade, a articulação, a relação, a positividade, a afetividade, a individualidade, o interesse, a curiosidade, o espírito crítico se tornam fundamentais, em que a ousadia se vive, em que o desafio é constante, em que o respeito por cada um, é lei.

Há tanto a aprender com o pré-escolar… é um facto, não se fazem testes, mas tornam-se as aprendizagens que realizam momentos lúdicos, em que, a brincar, se adquirem conhecimentos específicos e complexos, mas mais do que atingir um resultado, valoriza-se sobretudo o caminho que percorreram!