Visita realizada à biblioteca nas férias de carnaval

Nas férias de carnaval aproveitamos ainda para fazer uma visita à BMTC, e realizar as várias atividades que tinham organizado para nós. Ouviram a leitura da história “O palhaço avaria e o planeta bateria”, confecionaram queques de chocolate e elaboraram uma caixinha em organigrama, para guardarem o queque que ficou delicioso.”

Misericórdia de Mogadouro é exemplo em respostas sociais

A Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro perpetua os valores da solidariedade e do amor ao próximo desde 1559. Provedor há sete anos, João Henriques fala-nos sobre as renovações efetuadas na instituição, as dificuldades da entidade e da sua comunidade e ainda revela os projetos que tem em mente para mais um upgrade.

Os Mogadourenses
A forte crise que se abateu sobre Portugal fez disparar o número de carenciados que depende da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro para sobreviver. A instituição tem demonstrado ser um exemplo de excelência no universo das economias locais, quer pelo cumprimento da sua missão social, quer pela qualidade da assistência que presta aos seus utentes, quer pelas opções de investimento e de manutenção de infraestruturas, quer ainda pelos técnicos que emprega. O nosso entrevistado afirma que os mogadourenses sofreram imenso com o decair da indústria do leite, pois muitos eram aqueles que viviam dessa atividade. “Aqueles que ainda têm a sorte de ter emprego veem-se aflitos para fazer face às despesas, visto que o seu poder de compra diminuiu bastante. A par disto, a comunidade está cada vez mais envelhecida”. João Henriques salienta, ainda, que é necessário olhar para o exterior e interior das próprias instituições. “É preciso olhar para dentro das misericórdias, visto que, por vezes, são mesmo os nossos funcionários a passar dificuldades. Devemos também estar muito atentos à chamada pobreza envergonhada que carece de apoio”.

Há sete anos atrás…

Quando assumiu o cargo de provedor, João Henriques deparou-se, apesar do grande esforço dos seus antecessores, com um casa a necessitar de arrumação, para que fosse possível levar a cabo os propósitos a que se comprometeu. “Há sete anos atrás tinha cerca de noventa funcionários. Hoje, somos duzentos e doze, um aumento de mais de cem por cento. Aumentamos, também, o número de respostas sociais criando mais uma Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, uma creche, duas empresas de inserção e uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados”, salientou o empreendedor social. As respostas sociais completam-se desde a infância à terceira idade e dividem-se entre Mogadouro e Bruçó. “No que toca à infância temos duas creches (uma delas familiar), um pré-escolar e um ATL. Direcionado para os idosos temos três Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI), dois Centros de Dia, uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados e o Apoio Domiciliário. Temos ainda duas empresas de inserção (estufa e lavandaria), a Cantina Social e a Loja Sol. Nesta última, recolhemos alimentos, vestuário, brinquedos, entre outras coisas e distribuímos pelas famílias mais carenciadas. Possuímos ainda uma igreja quinhentista que recuperámos na totalidade.”

ERPI São João Batista

A Estrutura Residencial para Pessoas Idosas São João Batista é a joia da coroa desta instituição e foi construída de forma a utilizar as energias renováveis e a oferecer um serviço de elevada qualidade aos utentes. “Foi concebida de raiz, tudo num único piso sem qualquer degrau ou rampa, a pensar nos mais velhos. Parece um condomínio, cada um com o seu espaço, um amplo refeitório similar ao de um hotel, esplanada, snooker, bilhar livre, sauna, banho turco, hidromassagem, piscina, jacuzzi, ginásio, capela e biblioteca. Foi pensado ao milímetro para que os nossos idosos possam gozar de uma vida farta e de qualidade”, explica o nosso entrevistado.

Cantina Social

Esta é a resposta social mais recente da misericórdia, fruto dos tempos muito difíceis que o país tem vindo a atravessar. Está inserida na Rede Nacional de Cantinas Sociais e distribui as refeições à porta das pessoas. João Henriques acrescenta que “fornecemos mais de cem pessoas, com duas refeições diárias. Temos apenas a comparticipação para cem refeições e damos, mais do dobro”.

Parcerias

O Provedor da Santa Casa da Misericórdia enaltece as mais-valias do trabalho em rede e a relação que a instituição mantém com a Câmara Municipal desde sempre e deseja que assim pudesse ser por todo o país. “A autarquia isentou-nos do pagamento de água, ajuda-nos em tudo o que são candidaturas comunitárias e comparticipa financeiramente parte dos projetos aprovados, portanto, nesse aspeto, temos o privilégio de ter esta parceria há muitos anos, independentemente de quem esteja na frente dos seus destinos”.

Dificuldades

Com uma gestão cuidadosa e rigorosa, assente na rentabilização e otimização de todas as valências, tem sido possível fazer da Misericórdia de Mogadouro um exemplo, quer pela quantidade de pessoas a que presta serviços (cerca de 650), quer pelos funcionários que tem (212), quer pelas suas valências e, sobretudo, pela qualidade dos seus serviços. Porém, o provedor alerta para a injustiça na distribuição das comparticipações. “As comparticipações do Estado ajudam as IPSS com acordos, mas o facto de serem todos iguais, faz com que essa distribuição não seja equitativa. Tomemos como exemplo o Apoio Domiciliário: Mogadouro é um concelho com uma extensa área geográfica, é sete vezes e meia maior que o concelho de Lisboa, onde as nossas carrinhas percorrem em cada circuito cerca de cem quilómetros, para distribuir as refeições. Isto multiplicado por dois, visto que entregamos duas vezes por dia. Ora, outra IPSS cuja área de intervenção seja menor recebe tanto como nós e tem muito menos custos. E ainda temos de considerar todas as outras deslocações para efetuar com qualidade este serviço (higiene pessoal, higiene habitacional, enfermagem, fisioterapia, cabeleireira, animação social, psicologia, etc.” Para futuro, o Provedor pensa que na área das demências a Misericórdia de Mogadouro tem um caminho a percorrer. Para João Henriques, a tendência do país é para melhorar e aconselha a ter esperança no futuro. “Toda a gente tem futuro, mesmo aqueles que pensam que só têm passado e presente. Este futuro pode ser um dia, uma semana, um mês ou até vinte ou mais anos. Acredito que o panorama nacional e internacional vai melhorar. Enquanto precisarem da nossa instituição, aqui estaremos de portas abertas para vos receber, oferecendo serviços de alta qualidade”.

in Pais Positivo (suplemento do semanário Sol), http://paispositivo.comportugal.com/compra_panspositivo86_17372

Festa final de férias de Verão CATL

No passado dia 14 de Setembro, realizamos uma festinha de despedida de férias, com muita animação, balões, guloseimas e música. As crianças divertiram-se muito e no final cada uma levou o seu balão personalizado para casa.

Início do ano letivo

Com o iniciar das aulas, chega a hora de voltar a pegar nos livros, rever as matérias e recomeçar os hábitos da escola. No CATL já iniciamos a hora de estudo e as crianças trabalham com bastante entusiasmo.

Viagem à Praia Fluvial do Azibo 2015

No passado dia 14 de Agosto o CATL realizou mais uma viagem à Praia Fluvial do Azibo. Apesar das condições climatéricas, as crianças gostaram tendo-se divertido muito, tal como nos anos anteriores.

Acampamento CATL 2015

No passado dia 6 de Agosto, o CATL realizou uma das atividades mais esperadas das férias nossas crianças. O acampamento no Parque de Campismo de Mogadouro. Esta atividade para além de divertida tem também a componente pedagógica, pois as crianças aprendem a montar e desmontar as próprias tendas, ajudando ainda os colegas com mais dificuldades e realizam muitas atividades tradicionais.

Viagem fantástica ao Parque Aquático “Aquafixe”

Ontem, dia 20 de Julho o CATL realizou mais uma viagem fantástica ao Parque Aquático “Aquafixe”. As nossas crianças divertiram-se imenso e adoraram. Foi um dia repleto de brincadeiras e muita alegria.

Visita Nossa Senhora Fátima ERPI SJB

No passado dia 17 de Julho o CATL foi receber a Nossa Senhora de Fátima à ERPI SJB. Foi um momento de muitas emoções, e as crianças receberam-na com muito entusiasmo.

Piscinas, pavilhão, e brincadeiras no parque da Vila

No mês de Junho realizamos muitas atividades divertidas, para começarmos bem as férias de verão com as nossas crianças. Desde piscinas, a pavilhão, e brincadeiras no parque da Vila, fartaram-se de correr, saltar e brincar.

Atelier de culinária

Chegou o dia do atelier de culinária, em que as nossas crianças fizeram uns deliciosos croissants de chocolate.

Plantação de couves

Na Quinta D’Avó aprendemos o processo de plantação de couves, e ajudamos também a plantá-las. Foi uma atividade muito didática e divertida, em que as nossas crianças participaram com grande entusiasmo

Férias verão

A atividade de BTT foi realizada na passada segunda feira e as nossas crianças participaram com grande entusiasmo