O dia mundial da alimentação é assinalado no dia 16 de Outubro.
Na creche familiar, as crianças ouviram uma história alusiva ao tema.
Também provaram algumas frutas e legumes nomeadamente da época.
O dia mundial da alimentação é assinalado no dia 16 de Outubro.
Na creche familiar, as crianças ouviram uma história alusiva ao tema.
Também provaram algumas frutas e legumes nomeadamente da época.
Neste dia exploramos diferentes legumes com diferentes texturas e cores.
Foi nossa pretensão contribuirmos, ativamente para o processo de educação alimentar dos nossos “pequeninos”.
Promovemos, de forma lúdica uma alimentação saudável e equilibrada.
Conheceram alguns dos legumes que comem na sopa e em saladas.
Às vezes, nós, adultos, esquecemos as delícias das coisas simples.
Através do jogo simbólico, também conhecido como brincadeira de faz de conta, a criança pode imaginar, criar, imitar, assumir diferentes papéis e experimentar situações distintas. Pode encurtar tempos ou estendê-los, bem como atribuir diferentes significados aos objetos que manipula. É no período dos 2 aos 5 anos de idade que, geralmente, as crianças entram nessa fase dos jogos simbólicos. Fase em que as brincadeiras de médico, casinha, heróis e outros personagens favoritos se fazem presentes.
Enquanto a criança brinca de faz de conta, ela exercita e desenvolve diversas capacidades e habilidades: cognitivas, sociais, motoras e emocionais. Ao inventar uma brincadeira, a criança exercita a sua criatividade, planeja situações e organiza espaços. Ao mesmo tempo, desenvolve sua autonomia, busca objetos necessários e esquematiza cenas.
A brincadeira de faz de conta também estimula o desenvolvimento da linguagem. Imaginando e criando, as crianças se comunicam, inventam e contam histórias, conversam com personagens e são estimuladas a expressarem suas vontades frente ao grupo envolvido. O conteúdo, as expressões, a linguagem dessas situações imaginárias provém do mundo social, da “bagagem” de experiências já vividas pelas crianças. Mesmo que ainda não possuam um vocabulário muito amplo, podem exercitar a capacidade de comunicação imitando a forma como os adultos e outras
crianças falam, reproduzindo expressões e até mesmo entonações de voz.
Enfim, o jogo simbólico é uma atividade especialmente enriquecedora para o desenvolvimento infantil. E nós, a equipa da Creche João Lopes da Silva, da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro valorizamos esta e outras tantas formas de brincar, disponibilizando materiais que incentivem a imaginação, garantindo tempo para que os pequenos possam criar, explorar e elaborar suas ideias e, sobretudo, disponibilizando nossa subjetividade e nosso olhar. O pedido é das crianças, o presente é nosso.

Colocar um filho na creche não significa abandoná-lo! Entendemos que não é fácil, mas o momento tem que ser encarado como algo natural, tendo em conta que atualmente ambos os pais trabalham. Neste período a firmeza dos pais é fundamental, devem explicar, com todo o carinho e amor, que apesar de gostarem muito dela têm que ir trabalhar, mas que ao fim do dia, estarão juntos de novo. A criança, aos poucos, vai percebendo a rotina e sentir-se-á segura e confiante.
Os pais vão estar ansiosos com toda a certeza. Afinal, é o seu maior “tesouro” que vão entregar nas mãos de pessoas nem sempre conhecidas. Conversar com a equipa/educadora responsável, trocar informações sobre a criança é muito importante; a nível do seu desenvolvimento geral, hábitos alimentares e de sono, aspetos de saúde, o que gosta, como se consola, tudo o que acharem importante. Os pais não devem prolongar o momento de despedidas, de forma a contribuírem para uma adaptação mais fácil. Um diálogo aberto e continuo entre família/creche e vice verso, que assente numa relação genuína e de proximidade, é relevante nesta fase.
A equipa da Creche João Lopes da Silva da SCM Mogadouro, também vai estar em aprendizagem, mostrando atitudes positivas e conscientes de que cada criança é única e tem o seu próprio tempo para se adaptar, para aprender e assimilar. A equipa desta resposta social sabe ouvir chorar, mas também sabe dar colo, atender, cuidar, brincar, satisfazer as necessidades básicas, fazer rir e cantar!!
Mas, se, necessário for, também sabe ligar aos pais e pedir ajuda … não queremos crianças e pais angustiados, tudo faremos para reduzir esses estados e contribuir para que a adaptação à creche seja bem sucedida!
Os espaços das salas da Creche João Lopes da Silva da SCM Mogadouro, estão preparados com equipamentos lúdicos e pedagógicos de forma a apelar interesse à criança … afinal tudo é novo para ela!!
Desejamos um bom ano letivo!!

Na semana passada prometemos fazer um bolo com a amêndoa que apanhamos da nossa amendoeira.
Hoje cumprimos a promessa. Aproveitamos o último dia que os nossos amigos finalistas estiveram na creche.
Hoje foi dia de apanharmos um fruto diferente, um fruto seco – amêndoas.
Aprendemos quer, através da visão, quer da exploração tátil, a conhecer as diferentes cascas que a amêndoa tem até a podermos comer.
Para breve está a confeção de um delicioso bolo de amêndoa!
“Desenvolver uma rotina é transformar o tempo num tempo de experiências educacionais ricas e interações positivas”. Oliveira Formosinho
As rotinas diárias na creche são um marco importante para o desenvolvimento das crianças e do seu bem-estar.
Proporciona novas experiências de aprendizagens a todos os níveis, como o desenvolvimento da autonomia, regras e responsabilidade e, acima de tudo, transmite à criança o sentimento de segurança e confiança, fundamentais ao seu bem-estar e ao seu desenvolvimento, quer seja ela a nível social, cognitivo ou motor.
Desta maneira as crianças percebem o que vai acontecer em cada etapa do dia, e assim assimilam os momentos.
Através da rotina, vai adquirindo a noção do tempo: a hora de ir para a escola, a hora de brincar, a hora de comer, hora de dormir, etc. Na aquisição da rotina, podem servir-lhe de ajuda e de orientação, sinais que indiquem em que atividade se encontra ou a passagem à seguinte. A rotina deve ser respeitada quanto possível e, quando haja mudanças, a criança deve conhecê-las com antecipação, uma vez que a rotina lhe dá segurança e a ajuda no seu desenvolvimento emocional e na aquisição progressiva de autonomia.
Nas creches (João Lopes da Silva e Creche Familiar) da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro as crianças sabem o que as espera, e quais as finalidades deste tempo de rotina.

Para ser uma manhã diferente, fomos passear pela nossa linda vila e aprender a andar em grupo e principalmente aprender a passar de forma segura nas passadeiras. Ainda tivemos tempo de brincar no parque da vila e ver alguns carros dos bombeiros, uma profissão que tínhamos abordado na creche.
Foi no passado dia 28 de julho, que os finalistas da creche João Lopes da Silva receberam os diplomas de finalistas! A primeira etapa está vencida!! Chegou a hora de irem para o pré escolar, onde um novo mundo igualmente brilhante os espera!!
Foi um final de tarde repleta de emoções, entre sorrisos e choros de alegria não faltou a animação com a dança dos nossos finalistas.
Chegou finalmente o calor … muito calor. Para ficarmos mais fresquinhos a sala de 1 e 2 anos passam a ter piscina todas as terças e quintas feiras, até ao final de agosto. Brincadeiras dentro e fora de água, entre o sol e a sombra, não vão faltar!!
Foi sem dúvida uma experiência recheada de emoções! A sala das crianças de 1 e 2 anos foram visitar o pomar da UCC com o objetivo de apanhar peras.
Observaram e exploraram ativamente o meio que as rodeava. Perceberam que para colhermos frutos, temos que tratar bem das árvores.
Agradecemos ao Sr. Urbino, que tão bem nos ensinou e acolheu nesta atividade.
A infância é um período desafiante para as crianças e para os pais. No seio familiar e escolar, procura-se segurança e carinho, testam-se regras e limites.
As birras ocorrem no normal desenvolvimento das crianças e atinge o auge durante os “terríveis dois anos”, e são habitualmente encarados como uma tentativa de as crianças comunicarem quaisquer sentimentos de insatisfação ou frustração
temporária. É um indício saudável de que a criança procura auto afirmar-se. As birras são sempre reações a emoções desajustadas e temporárias a determinadas situações e surgem quando a criança não consegue controlar os seus impulsos, resultando numa perda de controlo e desrespeito por regras comportamentais previamente aceites.
Segundo Mário Cordeiro “aprender a gozar o que se tem e não chorar sempre pelo que não se tem.” A eterna insatisfação não conduz a lugar algum. “Mais do que não fazer birras é aprender a fazê-las, em qualquer idade.”
O poder parental deve ser utilizado de forma responsável. Para se sentirem seguras, as crianças pequenas precisam de supervisão e disciplina firme.
Esta consiste em ensinar-lhes que o mau comportamento tem consequências, mas também, que são amadas e que se espera um melhor comportamento no futuro. Por outro lado, também
devem ter alguma liberdade para exercer poder de decisão no meio familiar. Se nunca tiverem essa oportunidade, surgem os comportamentos de oposição. A chave está no equilíbrio, em promover relações de cooperação na família/escola e estimular a autoconfiança e autonomia das crianças.
Também na Creche da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro lidamos com as ditas birras, pretendemos ajudar os pais a saber lidar com as situações.
Apresentamos de seguida algumas dicas para encontrar o equilíbrio: reduza o número de regras e
concentre-se nas mais importantes, certificando-se de que são realistas e apropriadas para a idade; dê ordens claras, específicas e positivas; evite ordens vagas, negativas e críticas; dê-lhe tempo, se possível.
Tal como os adultos, as crianças têm dificuldade em
largar de repente uma atividade interessante; elogie o cumprimento das ordens; estabeleça programas de reforço; dê o exemplo.
