O Serviço de Apoio Domiciliário (SAD), tem como grande objetivo melhorar a
qualidade de vida dos nossos idosos, quer seja em meio rural, quer seja em meio
urbano.
Sendo o SAD um serviço que contempla o acompanhamento dos nossos idosos a
consultas médicas, à compra de medicação, à compra de bens de primeira necessidade, à deslocação a entidades da comunidade, atividades de animação e lazer, apoio
psicossocial, cuidados de imagem (cabeleireira ao domicílio), enfermagem (enfermeira ao domicílio), cuidados de higiene pessoal e habitacional, refeições, entre outras… leva a que seja possível manter a qualidade de vida dos idosos nas suas habitações, retardando assim a institucionalização.
Os nossos idosos que residem em meios rurais, e consequentemente com pouca
povoação, por vezes com escassez de recursos, e tendo ainda em conta o afastamento geográfico que limita as deslocações, leva a que também recorram aos nossos serviços de SAD para que as suas necessidades neste âmbito possam ser satisfeitas.
Porém, é necessário ter em conta que esta realidade acontece também nos meios
urbanos.
Apesar de nestes meios existir uma maior diversidade de recursos, é notória a
necessidade de recorrerem ao SAD, para que se possam sentir mais acompanhados, e possam também ver satisfeitas as suas necessidades.
A ideia de que envelhecer em meio rural é diferente da de envelhecer em meio
urbano, não é assim tão linear, pois os idosos mostram ter as mesmas necessidades quer num meio quer noutro. O SAD visa assim ir de encontro às necessidades dos nossos idosos, de modo a lhes puder proporcionar uma melhor qualidade de vida e um maior bem-estar, aos quais têm direito, quer seja o meio onde os mesmos se encontrem.
O Vínculo afetivo inicia-se com a mãe, ao longo da vida, vai auxiliando a formação de um ser humano mais solidário, autónomo e consciente das suas responsabilidades.
Ao iniciar a vida escolar, a criança cria laços de afeto com o seu educador/a, pois este/a passa a ser a sua referência na instituição de ensino e mediador/a das suas aprendizagens.
Os educadores/as da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, trabalham pela criação de vínculos afetivos positivos, com o objetivo de educar para a “SOLDARIEDADE”. Através desta prática pensamos que seja uma maneira de ter, no futuro, cidadãos mais humanos e cientes das suas responsabilidades com os outros.
Entendemos, que desde cedo, pais e educadores devem trazer este conceito para a vida da criança, como algo natural que deve ser praticado.
Sabendo nós que a partir dos 2 anos os pequenos já começam a consciencializar-se sobre o próximo, é o momento ideal para planificar ações que permitam a cooperação, a ajuda, o acompanhar, o defender, o preocupar-se com os problemas e dificuldades do outro, a procura de meios de ajuda, o auxiliar o próximo, o disponibilizar-se, o colocar-se no lugar do outro….
Pensamos, também, que a forma mais rápida de consolidar e promover este importante conceito será pelo exemplo, uma vez que as crianças tendem a copiar o que os adultos fazem.
Não espere um momento especial, como o Natal, para ser solidário. Ser solidário deve fazer parte da educação das crianças. Não estou a falar de ajudar grandes organizações, mas sim de olhar para o lado e VER o próximo, aquele que está ao nosso lado e apenas precisa de uma palavra de carinho, de alguém que acredite nele/a, para poder seguir em frente!
Nos dias atuais, existe uma preocupação crescente relativamente ao envelhecimento, deste modo, são muitas as práticas neste âmbito junto da população idosa, a fim de contribuir para a manutenção das suas capacidades, mantendo o idoso ativo após a entrada na reforma. Estas práticas têm ainda como objetivo atenuar sentimentos de tristeza e solidão, sendo que o envelhecimento ativo deve permitir ao idoso, apesar das suas vulnerabilidades, permanecer autónomo, produtivo e um membro ativo na sociedade.
O Serviço de Apoio Domiciliário (SAD), procura perceber os aspetos positivos desta fase do envelhecimento, de modo a proporcionar aos nossos idosos um compromisso ativo com a vida. Neste sentido, procuramos ir ao encontro das necessidades, ambições e capacidades dos nossos utentes, de modo a incentivá-los a participarem na sociedade, e consequentemente, a manterem-se ativos.
O facto de muitos dos nossos utentes do SAD serem pessoas idosas que vivem sós, leva-nos a criar práticas participativas e integradoras, tais como atividades de estimulação cognitiva, sensorial e auditiva, atividade física, atividades socioculturais, comemoração de dias festivos, passeios ao exterior, jogos tradicionais, entre outros.
O nosso objetivo passa assim por proporcionar um envelhecimento ativo e saudável aos nossos idosos, incentivando e proporcionando a possibilidade de poderem participar na vida social, sem terem de sair do seu meio habitual de vida.
É urgente reconhecer a importância da educação de infância!
O pré-escolar, ainda, não tem um currículo definido como nos restantes ciclos (felizmente!). É mais fácil? Pelo contrário, os educadores tornam-se verdadeiros observadores do grupo que têm à sua responsabilidade, estabelecem prioridades que tendem a responder às necessidades específicas de cada criança, tornando então o currículo único, específico de cada grupo, ou pelo menos assim deveria ser. Baseados nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar, reconhecem as potencialidades e os interesses de cada um, definindo um caminho a seguir, em que, educadores e crianças se tornam verdadeiros companheiros de aprendizagem, de caminho, de planificação, de ação e de avaliação. Tornam-se construtores e gestores de intenções extremamente ricas que valorizam, de forma holística cada um daqueles pequenos.
De facto, olhar para a educação pré-escolar é saber que se está para os alunos, para as crianças, é saber que se está disponível ao que nos dizem e ao que fazem, é saber que se está atento e desperto para cada provocação, para cada chamada de atenção. É tornar real o conceito, escuta ativa, valorizando toda a bagagem que carregam, o contexto em que estão e todo o percurso que vai sendo construído em prol de um interesse único, o aluno.
Devemos, cada vez mais, assumir práticas de envolvência, ligadas à emoção, à criação de relação entre seres humanos, à positividade, ao interesse e à curiosidade, ao saber estar e ao estarmos disponíveis para criarmos momentos autênticos de aprendizagem cooperada e não de aprendizagem autoritária.
As salas aprisionam as mentes, a curiosidade, o saber estar e o espírito crítico. As salas tornam-se verdadeiras clausuras abstraindo-se das aprendizagens além sala. Prefere-se o conhecimento teórico, abstraindo-se do facto de se ter uma geração prática, que vive o espaço exterior de um modo protegido e sem risco ou aventura. E tanto há lá fora para aprender, através da educação de infância e de qualquer outro ciclo.
Tanto há a aprender… quando a educação de infância reconhece o espaço exterior como mais um espaço de oportunidades, de conhecimentos, de vivências, de ousadias, de explorações e de aquisições fundamentais, de relação social, de se permitir que sejam crianças, agentes conhecedores e ativos do seu crescimento.
Se desvendassem um pouco da educação de infância, descobririam o que nos faz ousar e reconhecer a nossa necessidade de adequar a prática de forma constante, olhando para cada tema, para cada atividade, para cada desafio, de um modo articulado, flexível, em que nada é estanque, em que nada se torna um caminho de sentido único, mas sim, num emaranhado de caminhos, consoante os diferentes interesses.
Os educadores de infância não são heróis, não são os melhores, mas há uma garantia, há muito a aprender com eles. Assumimos práticas em que a flexibilidade, a articulação, a relação, a positividade, a afetividade, a individualidade, o interesse, a curiosidade, o espírito crítico se tornam fundamentais, em que a ousadia se vive, em que o desafio é constante, em que o respeito por cada um, é lei.
Há tanto a aprender com o pré-escolar… é um facto, não se fazem testes, mas tornam-se as aprendizagens que realizam momentos lúdicos, em que, a brincar, se adquirem conhecimentos específicos e complexos, mas mais do que atingir um resultado, valoriza-se sobretudo o caminho que percorreram!
Segundo a Organização Mundial de Saúde, a Diabetes Mellitus é uma doença crónica que ocorre quando o pâncreas não produz insulina (hormona reguladora de açúcar no sangue) suficiente, ou quando o corpo não pode utilizar eficazmente a insulina que produz. O que se traduz num aumento de glicose (açúcar) no sangue (hiperglicemia), que a longo prazo pode provocar diversas complicações no organismo.
Existem diversos tipos de diabetes, sendo os mais comuns: Diabetes Tipo 1, Diabetes Tipo 2 e Diabetes Gestacional.
As complicações da diabetes influenciam diretamente a qualidade de vida do paciente, uma vez que as suas consequências podem ser graves, pois pode lesionar o coração, os olhos, os nervos, os rins e a rede vascular, sobretudo a periférica.
De acordo com o Ministério da Saúde, a diabetes é uma das principais causas de mortalidade (27,4%) por problemas cardiovasculares em pessoas idosas.
Tendo em conta que a prevenção é o melhor caminho para não adquirir diabetes, na Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro incentivamos à prática de hábitos e estilos de vida saudáveis, tais como: oferecer uma alimentação saudável e equilibrada; controlo do peso, prevenindo a obesidade; incentivar a prática de exercício físico; avaliação da glicémia capilar (valores considerados normais em jejum: 70 mg/dl a 110 mg/dl) e controlo dos níveis de colesterol e da pressão arterial.
Tome nota: Ter um estilo de vida saudável é a melhor forma de prevenir a diabetes
Para que a creche contribua favoravelmente para o bem-estar e desenvolvimento da criança é necessário que o processo de adaptação a esta resposta ocorra de forma positiva, para que a criança compreenda a creche como um espaço agradável e de segurança, onde pode depositar confiança e estabelecer relações afetuosas com os profissionais e, para que, deste modo, demonstre motivação em frequentá-la e, em participar nas atividades desenvolvidas.
A infância é caraterizada por rápidas mudanças em diferentes esferas do desenvolvimento, nomeadamente motoras, afetivas, sociais e cognitivas. As experiências e interações sociais que a criança estabelece nos primeiros anos de vida são decisivas e cruciais para o seu futuro desenvolvimento. Deste modo, o processo de aprendizagem é também influenciado pelos primeiros anos de vida, na medida em que todas as experiências vivenciadas pela criança, e às quais atribui sentido, são fontes de conhecimento.
Segundo a pedagoda Maria Montessori, “nesta primeira fase da vida, as crianças têm dois grandes objetivos: aprender como o mundo funciona, para saber como funciona o mundo e, adquirir independência física em relação ao adulto”. O desenvolvimento afetivo, social e físico das crianças de pouca idade tem um impacto direto no seu desenvolvimento e na pessoa adulta que elas se tornarão. Por isso a importância de entender bem a necessidade de investir nas crianças bem pequenas para maximizar o seu futuro e bem-estar. A otimização dos primeiros anos de vida das crianças é o melhor investimento que podemos fazer como sociedade para assegurar um futuro com sucesso.
A creche destaca-se ao nível da socialização, da aquisição de regras e da autonomia. Na creche familiar e CJLS, asseguramos todas estas aprendizagens às crianças.
O dia 29 de outubro, é assinalado anualmente como o dia Mundial do AVC.
Segundo a Sociedade Portuguesa de Acidente Vascular (SPAVC), o Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a principal causa de morte e incapacidade em Portugal. A Organização Mundial de Saúde (OMS) refere que o AVC é responsável pela morte de 5 milhões de pessoas, anualmente, a nível mundial.
O AVC pode ser evitado através da prevenção.
Na Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro incentivamos á prática diária de hábitos e estilos de vida saudáveis, como prática de exercício físico regular, alimentação equilibrada, controlo da pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue (glicemia).
Para aqueles que sofreram desta patologia temos como objetivo trabalhar, no sentido de melhorar a qualidade de vida e a recuperar sempre que possível os movimentos perdidos e outras capacidades.
É inquestionável o nosso dever para com a pessoa idosa, que à medida que ganha anos de vida vai somando, frequentemente, dificuldades acrescidas próprias do processo de envelhecimento. Não basta satisfazer as suas necessidades, importa fazê-lo de forma adequada a cada idoso respeitando a expressão identitária de cada um e contribuindo para a sua valorização enquanto ser humano rico de experiências, conhecimentos e saber-fazer. Estes são os princípios da metodologia Humanitude.
O Cuidado Humanitude assenta em 4 pilares fundamentais: o olhar, a palavra, o toque e a verticalidade. A conjugação destes elementos permite estabelecer uma ligação com o utente.
Este tema tem sido debatido na Estrutura Residencial para Pessoas Idosas de Bruçó de forma a que toda a equipa tome consciência da importância de olhar nos olhos do utente, falar docemente para a outra pessoa, mesmo que ela não nos responda, e, como parte essencial da comunicação favorecer o toque progressivo e de efetiva ligação com o utente. A par destas condições, deve ser promovida a verticalidade, contrariando a tendência de limitação motora e salvaguardando uma das principais características da espécie humana – andar sobre os dois pés e com postura ereta.
Na nossa ERPI damos sentido a esta metodologia através de procedimentos básicos que promovem toda a diferença no tratamento que é dado à pessoa idosa: bater à porta do quarto e pedir licença para entrar ou bater nos pés da cama e aguardar aceitação por parte do utente para a aproximação, chamar a pessoa como ela gosta de ser chamada, tocar e executar movimentos suaves anunciando cada gesto e descrevendo cada movimento que é feito, reforçando positivamente cada esforço da pessoas idosa, por mínimo que seja e agradecendo por ter participado naquele momento.
A leitura de histórias para crianças e a exploração de livros têm para além da criação de relações afetivas, uma importante ferramenta na formação da identidade e interiorização de valores, além de ajudar a desenvolver a imaginação, capacidades cognitivas, a inteligência emocional, aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento do espirito crítico, enriquecendo a sua personalidade, promovendo a autonomia.
Sabia que nas crianças a aprendizagem sobre a escrita começa precocemente antes de qualquer ensino formal? Em idade pré-escolar?
A criança a partir do momento em que adquire a linguagem assume um papel central no seu próprio desenvolvimento, pois ela é ativa e participativa no mundo que a rodeia. Ela vai assim construindo o seu próprio conhecimento à medida que explora o meio em que vive. Tendo isto em conta, as atividades de leitura e escrita contextualizadas na realidade da criança constituem-se como atividades de extrema importância, pois permitem uma fonte de exploração e de tomada de consciência sobre as características do código escrito. Esta tomada de consciência surge assim que a criança inicia o contacto com a linguagem escrita.
A leitura de histórias permite ainda que as crianças se apercebam da orientação da escrita (da esquerda para a direita, e de cima para baixo) e das relações entre o oral e o escrito (quando o leitor aponta para o que está a ler). Por fim, a leitura de histórias facilita o reconhecimento das letras e dos sinais de pontuação, de uma forma integrada e contextualizada, e que faz todo o sentido.
Aqui no Pré-Escolar da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro vamos continuar a ler para as nossas crianças sempre….
O envelhecimento deve ser um processo no qual os idosos devem assegurar o seu bem-estar, e, por conseguinte, uma boa qualidade de vida, sendo que a qual poderá muito bem passar pela sua participação social e interação com os outros. Esta participação ativa contribui também para a manutenção da sua vida social.
Neste sentido, existem respostas sociais, como é o caso do Serviço de Apoio Domiciliário (SAD), que são essenciais para promover a autonomia e a participação social dos idosos. É notável o aumento de pessoas seniores integradas no SAD que se encontram disponíveis para a participação em atividades de caráter social, pois sentem que melhora o seu bem-estar, e atenua os níveis de solidão.
O facto de os nossos idosos viverem em meios rurais, que por vezes se encontram muito isolados, leva a que não exista relação de convivência com a comunidade ou familiares. Deste modo, o facto de o SAD proporcionar atividades e convívios entre os utentes beneficiários desta resposta social, leva assim à promoção da autonomia e integração com o meio envolvente, através de atividades cívicas e sociais, de modo a dar qualidade ao tempo.
Através do SAD, os nossos idosos podem ter um maior nível de interação social através da realização de atividades sócio recreativas e culturais, organizadas e dinamizadas com o objetivo de promover a participação ativa dos idosos. Estas atividades assentam sobretudo em atividades de lazer, e na comemoração de dias festivos, como por exemplo o Dia do Idoso, Festa de Natal, Magusto, Dia dos Fiéis, Dia de São João, entre muitos outros, estimulando assim a interação do idoso com a comunidade e com a própria instituição.
*A fotografia alusiva a esta temática é anterior à pandemia covid-19
A Estrutura Residencial Para Pessoas Idosas São João de Deus, é conhecida pelo saber cuidar. Sabemos também que para cuidar é preciso saber comunicar. Encaramos a comunicação como um processo interpessoal complexo que envolve trocas verbais e não verbais, de informações, ideias, comportamentos e relacionamentos. Implica partilha, transmite sentimentos e emoções.
Uma das preocupações da ERPISJD é o bem-estar do Idoso institucionalizado. Sabemos que disso depende uma comunicação assertiva entre a instituição, o Idoso, a família, cuidadores e o meio envolvente, fomentando assim a qualidade de vida do Idoso e a qualidade dos serviços prestados.
Este ato de partilha entre quem cuida e quem está a ser cuidado minimiza as carências da institucionalização.
No dia-a-dia damos especial atenção às diferentes formas de expressão dos Idosos, sabendo das consequências das diferentes patologias e adversidades da vida, estas formas de comunicar nem sempre são de fácil compreensão, uma vez que o Idoso chega à instituição com cada vez mais limitações, quer cognitivas, quer sensoriais, estando menos recetivo e mais sensível ao clima afetivo que se pretende promover.
Os profissionais da ERPISJD procuram dar resposta às necessidades do Idoso na sua individualidade, transmitindo segurança e atenção, tendo em conta as suas crenças e valores de forma a promover um ambiente de harmonia e confiança, constituindo o Idoso uma parte integrante da Equipa. Só desta forma os Idosos beneficiam de um processo de envelhecimento que realce o sentido da institucionalização, não privando nunca de uma vida socialmente ativa e satisfatória ao longo do seu processo de envelhecimento.
Cuidamos dos nossos Idosos sem estereótipos, nem receitas universais, temos por base sempre a individualidade e autonomia na capacidade de eles guiarem a comunicação nas diferentes formas que ela apresenta.
No dia 10 de outubro é celebrado o Dia Mundial da Saúde Mental. A grande maioria da população, quando pensa no tema “Saúde Mental” associam-no com “Doença Mental”. Todavia, a saúde mental envolve muito mais que a ausência de doenças mentais. A saúde mental é um importante fator que possibilita o ajuste necessário para lidar com as emoções positivas e negativas do dia a dia.
Em Portugal, estima-se que uma em cada quatro pessoas vive com doença mental, sendo que apenas 15% tem algum tipo de acompanhamento.
As perturbações de ansiedade, depressão e a demência são as mais comuns no nosso país.
A Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro tem ao dispor de todos os Mogadourenses o Serviço de Apoio Domiciliário à Demência (SADD) que presta cuidados gratuitos no domicilio, e tem como um dos seus objetivos promover a assistência às pessoas com demência ou em risco de desenvolver um processo demencial e apoiar aos seus familiares/cuidadores, permitindo à pessoa permanecer no seu meio habitual de vida por mais tempo e otimizando os cuidados que lhe são prestados pelos cuidadores informais. Este serviço dá resposta atualmente a 116 famílias do concelho.
Recomenda-se que mantenha uma vida equilibrada, estilo de vida saudável e, se necessário, procure ajuda especializada. Sem receios, nem vergonhas, promova a saúde mental. Lembre-se assim como o corpo precisa de ajuda para estar saudável, a sua mente também precisa.